
Prio toma o leme.
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PRIO completou a aquisição de 40% de juros e operações no Campo Peregrino, Bacia de Campos, aumentando sua participação para 80%.
Fatos-chave:
- O acordo adiciona cerca de +40.000 barris por dia (bpd) à produção do PRIO, levando produção total acima de 150.000 bpd.
- O valor da transação nesta primeira fase foi de US$ 1,545 bilhões, com os 20% restantes previstos para fechar em meados de 2026.
- Peregrino, descoberto em 2004 e em fluxo desde 2011, produz petróleo pesado via FPSO e três plataformas fixas. A produção acumulada já excede 300 milhões de barris.
- PRIO agora detém operadoria, posicionada para otimizar a logística, reduzir os custos de elevação e integrar operações em seu portfólio de ativos maduros.
- A empresa estima que supere 200.000 BPD em oito meses, impulsionado pela startup do Campo Wahoo e o fechamento esperado dos 20% restantes de interesse Peregrino.
- Para o ex-operador Equinor ASA, a alienação se alinha com sua estratégia de focar em ativos de maior crescimento como Bacalhau.
O novo papel da PRIO como operadora majoritária na Peregrino marca um momento chave na evolução offshore do Brasil: os jogadores locais lideram em campos maduros e impulsionam valor através da eficiência e integração. Para a PRIO, a aquisição cimenta sua posição como empresa líder do Brasil a montante, enquanto a Equinor reposiciona para projetos pré-sal e gás da próxima geração.
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Esta matéria foi produzida pela equipe editorial da Westhon Media para o One Energy News.