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Conselheiros da WSB na imprensa – Portos e Navios

Por Rafael Bortoloti05 de março de 2026 às 11:591 min de leitura

Tradução gerada automaticamente, pode conter erros.

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Alexandre Vilela, CEO da WSB Advisors, foi entrevistado nesta semana por Portos e Navios, analisando as três transações que impactaram a maioria do mercado offshore em 2026: Tidewater / WS Ultratug Offshore, OceanPact Serviços Marítimos / Companhia Brasileira de Offshore (CBO), e ASM Maritime / Maersk Supply Service Brasil. Na conversa, ele detalhou os fatores estratégicos por trás desses movimentos e o que eles indicam para o futuro do mercado de navios de apoio offshore no Brasil.

De acordo com Vilela, a fusão entre OceanPact e CBO havia sido antecipada pelo mercado e faz parte de um ciclo de consolidação global que começou após a crise petrolífera 2014-2016. Grandes grupos internacionais como o Grupo DOF e Solstad Offshore também passaram por importantes processos de reestruturação de frotas e corporações nos últimos anos. No Brasil, porém, tais movimentos tendem a ocorrer com algum atraso, devido às características regulatórias e à prevalência de contratos de longo prazo.

Para o executivo, os sinais atuais sugerem que o setor está entrando em uma nova fase. Mais do que fusões, o próximo ciclo deve ser marcado pela renovação e expansão da frota, impulsionada pelo envelhecimento das embarcações offshore. Com uma frota média global de idade entre 15 e 17 anos — e ainda maior em alguns segmentos brasileiros — o palco aparece para novos investimentos, incluindo a possível entrada de novos jogadores no mercado nacional.

“O setor offshore passou por mais de quarenta operações de consolidação nos últimos anos, algo sem precedentes desde a crise de 2014”, diz Vilela.

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Esta matéria foi produzida pela equipe editorial da Westhon Media para o One Energy News.